Dobra número de pelotenses que reclamam de dor crônica

Ninguém consegue enxergar. Mas todos podem sentir. Quando vem e vai embora, já é problema. Mas quando vem e fica, o sofrimento é bem maior. Mais longo. Capaz de gerenciar uma nova rotina. A dor do pelotense é crônica. E tem mais gente se queixando. Pelo menos, na zona urbana. Em oito anos, dobrou o número de adultos que reclamam de desconforto na lombar. Culpa dos "ismos" da vida: tabagismo e sedentarismo, com parcela estendida à obesidade. Tendência atual, prejuízo para o mercado de trabalho.

No segundo capítulo da série Estudos epidemiológicos, o Diário Popular atende aos sinais do corpo humano, que já não suporta carga tão intensa. Os hábitos sufocam, pesam. Um dia, a máquina emperra e o conserto tende a deixar sequelas. Na vida, privações. Este é mais um dos 14 estudos que formam o consórcio de pesquisas realizadas pelos mestrandos da décima turma do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Confira detalhes sobre os estudos e como fazer para não entrar para esse índice na reportagem especial do jornal Diário Popular desta quinta-feira (28).

Fonte: Diário Popular 28-10-2010 | 11h25min

Por: Joice Bacelo

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