Após aviso prévio e mais dez dias de escala combinada para atendimento, a situação dos quatro cirurgiões vasculares que pediram demissão do Pronto-Socorro de Pelotas (PSP) ainda está indefinida. A garantia de atendimento foi combinada entre profissionais e direção para ocorrer até domingo (23).
A semana seria para tratativas com os médicos até todos chegarem a um consenso. Entretanto, segundo o diretor do PSP, José Francisco Silva, a fase ainda é de negociações.
Repasse
Na sexta-feira (21), no final da manhã, o titular da pasta de Saúde de Pelotas conseguiu assegurar, por pelo menos outros seis meses, a manutenção do repasse mensal de R$ 56,5 mil, de recursos estaduais, que serão encaminhados ao PSP através do Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP/UCPel). A garantia veio do novo diretor do Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial (Daha), da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Marcos Antônio de Oliveira Lobato.
O repasse do dinheiro até então era proveniente do Programa Salvar Samu, do governo Yeda, e estava garantido até 31 de dezembro. Com a troca de governo, contudo, foi preciso conversar com os atuais representantes do Estado e explicar a difícil situação da área da Saúde em Pelotas, na qual os recursos estaduais e federais ficam longe de cobrir a totalidade dos gastos.
Fonte: Diário Popular 22/01/2011
Por: Nathália Vitola
Situação dos cirurgiões vasculares ainda está indefinida
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