Uma engrenagem que já começa a obter resultados positivos. Esta é a avaliação da Secretaria de Saúde das primeiras semanas da implementação do sistema de acolhimento e classificação de risco para prioridade de atendimento, de acordo com os sinais e sintomas dos pacientes dos usuários do Pronto-Socorro de Pelotas (PSP).
A reguladora de leitos da Pediatria, Rosângela Aveiro Carneiro Soares, destaca que algumas pessoas ainda apresentam uma certa resistência em relação ao novo sistema. “Percebemos isto nos usuários que vão ao PSP em busca de um atestado médico ou da renovação de receita médica. Eles recebem uma ficha azul e são encaminhados para uma Unidade Básica de Saúde (UBS) onde deverão agendar uma consulta”, observa Rosângela.
Os pacientes que recebem a ficha verde são encaminhados ao Pronto Atendimento Pediátrico, a ficha amarela são atendidos o mais rápido possível e a ficha vermelha requerem atendimento imediato. Diariamente cerca de 40 a 50 crianças, relata Rosângela, são encaminhadas para o Pronto Atendimento do Hospital Universitário São Francisco de Paula da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) e 60 são atendidas no PSP.
Com este sistema de acolhimento e classificação de risco para prioridade de atendimento a Secretaria de Saúde integra a rede básica de saúde aos serviços de urgência e reeduca a população a buscar atendimento no PSP, só em casos de emergência e de urgência. “Grande parte dos casos que chegam ao Pronto-Socorro poderiam receber atendimento nos Postos de Saúde”, observa Rosângela.
Fonte: Diário Popular 01-08-2011 11h42min
Por: Jussara Lautenschläger
Classificação de risco já tem resultados positivos
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