Em Pelotas existem cerca de 40 mil cães e gatos errantes. Um número que, sem as devidas precauções, só tende a aumentar. A melhor forma de controlar o aumento populacional de animais é a castração, método que além de evitar a reprodução indesejada aumenta a expectativa de vida das mascotes ao prevenir a manifestação de problemas de saúde como infecções uterinas e tumores mamários e testiculares.
Para averiguar a qualidade e a quantidade do serviço prestado no município, a 2ª Promotoria Especializada de Pelotas instaurou, em abril, um inquérito civil exclusivamente destinado a investigar o descontrole da população de animais errantes na cidade. O prazo do inquérito era de 90 dias, tempo no qual a Promotoria pretendia receber um projeto da prefeitura. No entanto, conforme a própria Promotoria, o prazo foi prorrogado e agora se estende até a próxima segunda-feira, dia 15 de agosto.
Outro ponto ainda incerto é o convênio mantido entre a prefeitura e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) para realizar castrações, que ainda não foi renovado. Segundo o diretor do Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV), Cristiano da Rosa, o projeto será restabelecido e já foi feita a contratação dos profissionais que vão atuar nas cirurgias. Agora, é só esperar a resolução de questões burocráticas.
De acordo com o gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde de Pelotas, o médico veterinário Franklin de Souza Neto, que também é responsável pelo canil do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Pelotas, o órgão mantém suas atividades normais, inclusive com novos projetos que precisam ser aprovados pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS). Segundo Souza Neto, a ideia, além de restabelecer o convênio com a UFPel, é ter seis equipes de castração atuando pelos bairros.
Fonte:Diário Popular 09/08/2011 21h12min
Por: André Amaral
Projeto de controle de animais segue sem definição
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